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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

O cumprimento de Rosalba a Robinson

Foi na sessão especial presidida pelo presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Paulo Roberto Alves, realizada nesta sexta-feira (31), que a governadora Rosalba Ciarlini cumprimentou o governador eleito Robinson Faria pela vitória nas urnas este ano.
Flashes dispararam no momento, em que Rosalba cumprimentava Robinson pela eleição. No domingo (26), Rosalba foi fotografada com um boton da campanha de Robinson em Mossoró. Foto: Ivanísio Ramos.
Créditos: Marcos Dantas

Henrique diz a Veja que perdeu por causa de Lula e descarta ministério

Na primeira semana depois das eleições, o Congresso Nacional deu um claro recado à presidente reeleita Dilma Rousseff (PT): derrubou o decreto bolivariano que criava conselhos populares em órgão públicos, convocou ministros e a presidente da Petrobras, Graça Foster, para prestar esclarecimentos em comissões e ensaia desengavetar propostas que causam dor de cabeça ao Planalto, como o chamado Orçamento Impositivo. Para Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara dos Deputados, Dilma precisa saber “conversar e “compartilhar mais” já nos próximos dois meses, quando encerra seu primeiro mandato. “Não pode ser como vinha sendo: o PT escolhendo o que quisesse, principalmente os melhores ministérios, e deixando o resto para os outros. Não pode e não deve ser assim. A presidente Dilma tem dois meses para provar que as coisas não vão ser assim”, afirmou. Depois de onze mandatos na Câmara, Alves foi derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte e ficará sem mandato em janeiro. Nos últimos dias, seu nome passou a figurar na bolsa de apostas do futuro ministério de Dilma, o que ele descarta. Mas, como reza o anedotário político de Brasília, quando se quer um cargo de ministro, o melhor a fazer é dizer justamente o contrário – diz a máxima que, a partir daí, seu nome passará ser lembrado constantemente. Leia a entrevista ao site de VEJA.
Como o senhor viu o apoio de Lula ao seu adversário Robinson Faria (PSD) na disputa ao governo do Rio Grande do Norte? Eu fui surpreendido. O Lula nunca tinha visto o Robinson na vida dele. Esqueceram de avisar que o Robinson que ele apoiou neste ano é o mesmo que há quatro anos ele gravou contra. Se amanhã passar do lado, acho que o Lula nem o reconhece mais. Enquanto eu era líder do PMDB, sempre que havia uma votação importante, o Lula me chamava para conversar e para negociar. Agora, ele grava uma entrevista em um formato de bate-papo elogiando o Robinson, dizendo que ele ia mudar o Rio Grande do Norte. Isso foi decisivo [para a derrota], foram muitas inserções ao longo de vários dias.
O senhor chegou a procurar o PT pedindo que as gravações não se repetissem no segundo turno? Eu procurei o Michel Temer, que na hora telefonou para o Lula pedindo para que não gravasse mais. Tudo bem que a chapa do Robinson estava com o PT para o Senado, mas no plano nacional eu estava com a Dilma. Depois que pedi para pararem, foi quando usaram as propagandas desbragadamente. O Lula não deve ter feito nenhum gesto para pararem de usar. O Temer também procurou o Rui Falcão, mas não adiantou. Ficou uma coisa muito constrangedora. O Lula ia lá toda hora e classificava o outro candidato como a mudança. Mas sou eu que o conheço, eu que o ajudei, que fui o seu parceiro.
Então como fica a relação entre o PT e o senhor depois destas eleições? A Dilma teve outro comportamento. Eu disse que ela poderia ir lá no Estado que todos estaríamos ao lado dela. Mas também disse que ia entender se ela achasse melhor não ir, e ela realmente não foi. Não tenho nada a reclamar dela. Mas, com o Lula, eu vou fazer o quê? Tem de ter maturidade e experiência para virar essa página. Eu reconheço que a participação dele foi muito importante para o resultado eleitoral. Mas, com ressentimentos, ficamos menores. E eu não quero ficar menor com isso.
A derrubada do decreto de Dilma foi um troco ao PT? Essa afirmativa é desinformação ou má-fé. Essa matéria aguardava votação há três meses. Eu decidi pautá-la, fiz um pronunciamento defendendo que o decreto era inconstitucional, tentei diversas vezes que o Aloizio Mercadante o retirasse e apresentasse um projeto de lei com urgência. O que nós queríamos era tirar a vinculação dos conselhos à Presidência da República. Toda votação que se abria, a oposição começava a obstruir enquanto não pautasse o decreto. Na hora que deu para ser votado, a obstrução do PT não teve jeito. Se já era meu desejo que ele fosse votado e derrubado e a pressão estava grande, não teve como ser diferente. A Câmara ia ficar em um impasse sem votar nada? Mas isso não tem nada a ver com situação nenhuma. Eu já falei com a Dilma, dei parabéns pela eleição, e ela sequer tocou neste assunto. A presidente ainda disse que na próxima semana, quando voltar de viagem, gostaria de falar comigo porque ia precisar muito da minha ajuda.
O que o senhor acha que tem de mudar na relação entre Executivo e Legislativo no novo governo? A Dilma nunca foi parlamentar e nunca passou nesta Casa, como todos os outros presidentes passaram e sabem das tensões que temos aqui, da necessidade de dar respostas. Ela exerceu uma função gerencial e se tornou presidente da República. Eu acho que ela precisa conversar mais. Quando convencer, muito bem. Quando não, ser convencida. Acho que ela vai partir para isso, para um modelo diferente do primeiro mandato. Até porque antes ela tinha um contexto eleitoral muito favorável, mas agora não, está dividido. E aqui, pelo radicalismo da campanha, é um prato cheio para o Aécio, porque as coisas vão se tornar ainda mais radicais. Mais do que nunca vai exigir a colaboração do PMDB e ela própria vai ter de conversar mais com o setor produtivo, com representantes empresariais, com o setor sindical e com parlamentares.
Este ano foi marcado por tensões entre a bancada do PMDB e o Planalto. O que o Michel Temer disse sobre o novo governo depois da reeleição? Nada. Mas agora a situação é outra. De fora da janela do Palácio do Planalto há um país dividido. E tem de se ter muito cuidado para que amanhã não haja uma crise. Agora tem de se calçar a sandália da humildade. A Dilma, na reta final das eleições, quando precisou da ajuda do Nordeste, recorreu ao Lula. Até então quase não se via o Lula participar das eleições, ele estava mais focado na disputa de São Paulo. A Dilma tem de compartilhar mais, de participar mais. Não pode ser como vinha sendo, o PT escolhendo o que quisesse, principalmente os melhores ministérios, e deixando o resto para os outros. Não pode e não deve ser assim. A Dilma tem dois meses para provar que as coisas não vão ser assim.
Qual o caminho natural para a presidência da Câmara? Antes uma aliança entre o PT e o PMDB era importante porque juntava muitos votos e quase conseguia maioria. Era um rodízio que se impunha por serem as duas grandes bancadas da Casa. Agora mudou a configuração e essas duas legendas não fazem 140 votos. O fato de elas se entenderem não é nenhuma garantia de que farão o presidente da Casa. Deve-se buscar o candidato que repete o sentimento da Casa, da independência, que procure angariar apoio tanto da base quanto da oposição. Há, hoje, um PMDB que não votou em Dilma. Nessa configuração confusa e muito dividida, acho que o discurso vencedor vai ser de quem falar pelo Parlamento. Eu acho inevitável que o PMDB procure a todos, oposição e governo, e caracterize o discurso de Parlamento.
Há hoje um nome alternativo ao Eduardo Cunha? Não. Ele é a indicação da bancada. O Eduardo tem credibilidade, é respeitado pelos parceiros, pelos adversários e cumpre acordos. É um nome muito forte.
O senhor está na Câmara há 44 anos. Está preparado para não viver mais essa rotina?Preparadíssimo. Eu passei a minha vida inteira morando em hotel sozinho, passava dois ou três dias com a família e viajava. Imagine o que é pegar um avião toda terça e quinta ao longo de todo esse tempo. Agora eu estou preocupado com a minha qualidade de vida. Eu tenho uma empresa de comunicação e vou ficar no comando do PMDB do meu Estado. Continuo na política. Mas quero ter mais qualidade fazendo o que eu gosto.
E a possibilidade de assumir algum ministério? Muitos querem que eu fique em Brasília. Há pressão nesse sentido pela experiência que eu tenho aqui. Eu poderia ficar fazendo um meio de campo entre o Michel Temer e o Eduardo Cunha. Mas a indicação que eu tenho agora é ter uma qualidade de vida melhor.
Então o senhor descarta tornar-se ministro? Descarto. Qualquer ministério. Ministério é pior, porque a gente tem de estar aqui de segunda a sexta. A política sacrifica muito a família. Eu tenho dois filhos que quase não vejo. A gente começa a ver que o tempo está passando e está perdendo algumas oportunidades. Então há coisas que vêm pelo bem. Eu tenho um jornal, uma TV e vou ter participação política, mas vivendo com mais estabilidade.
Quem poderia ser capaz de fazer esse meio campo e melhorar o diálogo com o Parlamento?O Jacques Wagner, ex-governador da Bahia, é uma boa pessoa. Ele é experiente, competente, malandro. Eu acho que ele vai para Relações Institucionais. A Dilma não pode mais correr riscos. O país está dividido.
Créditos: Robinson Pires

Goleadas marcaram os jogos de ontem na Copa de Futsal

Jogaram ontem, 30, disputando uma vaga na semifinal as equipes Jovens Salvos Por Cristo x Bayer de Munique e Vasco x Goiás. 

Jovens Salvos Por Cristo goleia o Bayer de Munique


Na primeira partida da noite, a equipe Jovens Salvos Por Cristo vence o Bayer de Munique de 9x2. Os gols foram três de Fábio Diniz, três de Marcelo Viana, dois de Marcelo Agusto e um de Lukas Costa. Os dois gols do Bayer de Munique foi de Alexandre Batista. O time Jovens Salvos por Cristo está classificado para as semi-finais na próxima terça, 4, e enfrentará a equipe do PSG.

Goiás leva goleada do Vasco


O Vasco enfrentou o time do Goiás, que veio com reforço, mas, infelizmente levou a sua maior goleada na I Copa de Futsal Talentos da Serra, perdendo para o Vasco de 9x1. Vamos aos gols do Vasco - três gols de Antonio Manoel Cirino, três de Jeferson Barros, dois de Lindemberg e um de Randerson Fernandes. E Eliel Bernardo fez o gol do Goiás. O Vasco está classificado para as semi-finais na próxima semana e enfrentará o Galatasaray.

Queremos agradecer aos membros da equipe organizadora deste evento esportivo - Jackson André, Mulico Costa, Rafael Linhares, Edna Moreno, Thiago Freitas e Roberto de Araujo. A todos que de forma voluntária tem planejado e colocado em execução esse campeonato com os estudantes das Escolas Estadual e Municipal. 

Agradecemos de forma especial ao vereador Moabe Soares, que desde o início vem nos apoiando e incentivando nesta atividade esportiva com a juventude. O vereador é o patrocinador oficial da premiação deste campeonato. Somos gratos pelo APOIO da E E Pe José de Anchieta, Dinâmica Esportes, Livraria Independência e o Posto MM Soares.  

Ministros do TSE devolvem mandato do deputado estadual Dibson Nasser

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu, na sessão desta noite (30), liminar para o imediato retorno de Dibson Antônio Bezerra Nasser, eleito em 2010, ao cargo de deputado estadual no Rio Grande do Norte (RN). A liminar vigora até o julgamento de recurso especial pela Corte.
Relator da ação cautelar apresentada por Dibson Bezerra, o ministro João Otávio de Noronha deferiu a liminar, por considerar que o candidato deve permanecer no cargo até que o TSE aprecie o recurso contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) contra o parlamentar. Por essa razão, o ministro suspendeu os efeitos do acórdão do Tribunal Regional.
Na ação contra Dibson, um de seus correligionários foi acusado de supostamente conceder benefícios previdenciários no município de Areia Branca (RN), com a finalidade de obter votos para o candidato.
Os ministros acompanharam o voto do relator por unanimidade.
Com a decisão do TSE, o suplente de deputado José Adécio (DEM) deixa a Assembleia Legislativa, mas retorna em janeiro de 2015. Ele foi eleito para novo mandato.
Créditos: Jornal de Fato

Com a segunda maior bancada, PMDB se arma para derrubar PT na Câmara

O PMDB se prepara para tirar o PT do comando da Câmara dos Deputados, mesmo sem ter a maior bancada da Casa. A eleição será apenas em fevereiro do ano que vem, mas já assombra os negociadores palacianos. Comandado por um parlamentar — Eduardo Cunha (RJ) — que liderou uma rebelião de 300 deputados este ano e adora alardear que chegou o momento de pôr um fim na hegemonia petista em Brasília, o embate tem tudo para atrapalhar a governabilidade no início do segundo mandato de Dilma Rousseff.


Além do orçamento bilionário — Câmara e Senado já gastaram juntos, em 2014 cerca de R$ 6,2 bilhões — os presidentes das Casas também definem quais projetos irão a votação, quais Comissões Parlamentar de Inquérito podem ser instaladas e conduzem as sessões, entre outros poderes. Tudo isso em um Congresso assustado pelas delações premiadas da Petrobras.
Na Câmara, o PMDB saiu na frente. Ao reconduzir o deputado Eduardo Cunha (RJ) para a liderança da bancada na quarta-feira, os peemedebistas lhe deram carta branca para montar um bloco em torno de sua candidatura, e as conversas estão avançando entre partidos da base como PR, PP e PTB. Os petistas, apesar da vitória presidencial obtida no último domingo, vêem uma possibilidade real de rompimento do acordo firmado com os peemedebistas em 2006, e que garantiu uma calma aparente no Congresso nos últimos oito anos.

Jório Nogueira vai comandar a CMM até o fim de 2016

Em eleição antecipada para a mesa diretora da Câmara Municipal de Mossoró para o biênio 2015/2016, o vereador Jório Nogueira foi eleito presidente do Poder Legislativo mossoroense.
A chapa encabeçada por Jório Nogueira (PSD) obteve 16 votos, contra 4 recebidos pelo vereador Tomaz Neto, que concorreu individualmente ao cargo de presidente. O vereador Lahyre Neto se absteve da votação.
O presidente eleito agradeceu os votos recebidos, e, emocionado, relembrou de seus pais, o ex-vereador Aldenor Nogueira, e sua mãe, falecida na véspera de sua candidatura a vereador, em 2012. “Meu pai é o meu exemplo nesta Câmara. Quando decidi seguir a vida pública, ele me disse que sempre procurasse ser correto como ele foi. E é isso que tenho procurado fazer”, afirmou em seu discurso de agradecimento.
Questionado a respeito do que a população mossoroense pode esperar do presidente eleito para dirigir a Câmara Municipal de Mossoró a partir de 1º de janeiro do próximo ano, o vereador Jório Nogueira afirmou que pautará a sua gestão na transparência, na ética e na boa relação com os Poderes e também com os seus pares. “A população, a sociedade mossoroense, pode esperar de mim o que eu sempre fiz nesta casa, ou seja, transparência e o compromisso. Mossoró me conhece e sabe que eu gosto de defender aqueles mais humildes, vereador que cumpre os compromissos e que vem para esta Casa honrar tudo aquilo que a população espera. Eu não vou mudar a minha postura pelo fato de agora ter sido eleito presidente, vou continuar sendo aquele vereador eleito quatro vezes, trabalhando e fazendo o meu papel, claro que agora com responsabilidade maior”, comentou o vereador Jório Nogueira, que ainda ocupa a liderança do PSD na Casa.
Ele fez questão de agradecer aos 15 vereadores que sufragaram o seu nome, na eleição de ontem pela manhã. Jório Nogueira reconheceu a sua responsabilidade por ter sido votado pela ampla maioria da composição do Poder Legislativo mossoroense para presidir a Casa até o final de 2016.
Quanto ao andamento do processo, o presidente eleito da Câmara Municipal entende que a sucessão na mesa diretora transcorreu de forma tranquila, sem maiores atropelos ou mesmo problemas de condução. Ele afirma que o fato do bloco oposicionista ter apresentado uma chapa para a disputa interna no parlamento representa a consagração da democracia.
“Tivemos ainda a chapa do vereador Tomaz Neto. Democraticamente nós aceitamos com toda tranquilidade, pois sabemos que a Casa tem essas divergências, mas com democracia e nós respeitamos. Portanto, a eleição na Câmara foi tranquila, graças a Deus”, comentou o vereador do PSD.
Jório admitiu que uma eleição interna no Legislativo exige articulações e, com isso, vereadores passam a apoiar determinada candidatura, mesmo que ela não integre um grupo político ou agremiação partidária. Além dos votos da base de sustentação do prefeito Francisco José Júnior, o vereador Jório Nogueira recebeu voto de três parlamentares do bloco oposicionista.
“Nós sabemos que existe aquela história de puxar vereador para cá ou para lá, mas chegamos aqui em um entendimento e a maioria dos vereadores votou na chapa 2, que tinha o meu nome para presidente da Câmara”, frisa.
VISITA
O prefeito Francisco José Júnior recebeu uma visita cordial dos vereadores que compõem e apoiam a nova diretoria da Casa para o biênio 2015/2016. Segundo informaram, a nova composição será formada por Jório Nogueira (PSD), presidente; Alex do Frango (PV), 1º vice-presidente; Narcizio Silva (PTN), 2º vice-presidente; Genilson Alves (PV), 1º secretário; José Heronildes (Pros), 2º secretário; Vingt-un Rosado Neto (PSB), 3º secretário; Cícera Nogueira (PSB), 4º secretário.
Ao todo, 16 vereadores acompanharam este projeto. Além dos citados acima, também acompanham a eleição de Jório os vereadores Manoel Bezerra (DEM), Soldado Jadson (SDD), Celso Lanche (PV), Ricardo de Dodoca (PTB), Narcizio Silva (PTN), Claudionor dos Santos (PMDB), além de Alex Moacir (PMDB) e Izabel Montenegro (PMDB) que se somaram ao vereador. O prefeito Francisco José Júnior agradeceu pela gentileza da apresentação da chapa, antes mesmo da votação, e enalteceu a iniciativa dos vereadores de se unirem e conduzirem de forma tão democrática esse processo tão importante. “Para mim, é uma grande alegria essa visita porque eu fui vereador, presidente da Câmara, e sei da importância desse diálogo constante entre Legislativo e Executivo”, disse.
Prefeito de Mossoró parabeniza aliado por eleição
Depois da eleição na Câmara, o prefeito ligou para Jório para parabenizá-lo pela vitória. “Tenho plena convicção de que a escolha dos excelentíssimos vereadores pelo nome de Jório tem como principal propósito contribuir com o desenvolvimento de Mossoró. Com uma bancada fortalecida, teremos ainda mais possibilidades de fazer avançar projetos fundamentais para a nossa população”, elogiou.
Para o prefeito, a antecipação da eleição da Câmara Municipal foi muito positiva para Mossoró, visto que põe fim a uma sequência de campanhas permitindo que todos os focos se voltem efetivamente para a administração da Prefeitura. “Precisamos nos unir em torno de Mossoró e garantir as grandes mudanças que tanto precisamos”, completou.
Créditos: Gazeta do Oeste

Henrique Alves diz que votação de PEC que aumenta repasse ao FPM é inevitável

A ameaça de pautas controversas na Câmara dos Deputados, que acarretem mais gastos para o governo, motivou mais uma tentativa de retomada de diálogo entre o Executivo e o Legislativo. A tensão entre os dois poderes já estava instalada mesmo antes dos resultados nas urnas que reelegeram a presidenta Dilma Rousseff e de reações parlamentares como a que derrubou, quarta-feira (29), o projeto de criação da Política Nacional de Participação Popular, estratégico para o governo.
Numa reunião no Palácio do Planalto, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, optou pela cautela ao falar com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). “A preocupação que ele revelou foi com a questão do final do ano, com questões fiscais que preocupam muito”, explicou Alves. Segundo ele, no encontro, qualificado como “respeitoso”, Mercadante apenas pediu para que fosse informado sobre as pautas que a Casa votará. “Fiquei de remeter alguns pleitos que estão aqui, apenas isso”, completou.
Uma das prioridades de Alves, que deixa a presidência da Câmara em fevereiro do próximo ano, é votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que ficou conhecida como PEC do Orçamento Impositivo. “Há um destaque supressivo em relação à saúde, que parte da oposição quer alterar. A matéria voltará ao Senado e vou conversar com a oposição para ver se chegamos a um entendimento. Quero ver se consigo manter o texto do Senado”, antecipou.
Na pauta indicada por Henrique Alves, antes do fim do processo eleitoral, ainda estavam propostas elencadas como prioritárias pelos líderes partidários, como a PEC 555/06, que acaba com a contribuição previdenciária de inativos, e a PEC 426/14, que aumenta os repasses da União ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
“Eu fiquei de relacionar do ponto de vista institucional. Não pode ser decisão solitária”, destacou Alves sobre a contribuição dos inativos. No caso do FPM, o presidente da Casa adiantou que a votação é inevitável. “A situação dos municípios hoje é dramática, insustentável. [Os municípios] receberam muitas demandas, muitas obrigações, contrapartidas, estão sem orçamento, sem autonomia. Certamente vamos votar na próxima semana”, disse.
Henrique Alves lembrou que Mercadante já foi senador e conhece as pressões na Casa, mas destacou que não será irresponsável em relação aos impactos que as matérias podem produzir sobre os cofres públicos.
Depois do encontro, Alves ainda classificou como “preocupante” e “surpreendente” a elevação da taxa básica de juros da economia, a Selic, anunciada quarta-feira (29), pelo Banco Central. Ele ponderou que “o governo tem os dados, tem os números para fazer esse tipo de ordenamento”. Pela primeira vez em seis meses, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu elevar a taxa para 11,25% ao ano, chegando ao maior nível desde novembro de 2011, quando estava em 11,5% ao ano.

Créditos: O Mossoroense

Rosalba garante pagamento do 13º salário dentro do mês

Apesar da grande desconfiança dos servidores do Estado do Rio Grande do Norte, que presenciou durante o governo da ROSA, a ausência de um calendário de pagamento, onde, no dias 29 ou 30, o secretário anunciava que vai pagar uma parte dos funcionários no dia seguinte, a partir do meio dia e a outra parte a partir do dia 10 do mês seguinte. E o décimo 13º? que tradicionalmente eram pago 40% em junho e 60% em dezembro, este ano os servidores amargaram o recebimento de 20% em julho com uma promessa não cumprida de mais 20% em setembro. Na verdade, ficou os 80% para dezembro. 
Agora a governadora Rosalba Ciarlini garantiu à Tribuna do Norte o pagamento da folha de pessoal e da segunda parcela do décimo terceiro salário do funcionalismo estadual ainda dentro do seu mandato. Na ocasião, Rosalba afirmou que não haverá atrasos até o final do governo, mesmo mantendo o cronograma fracionado adotado desde setembro do último ano. “O restante do décimo será pago dentro do prazo estabelecido em lei, e a folha de dezembro também. O servidor pode ficar tranquilo”, garantiu a governadora.
O Governo realiza o provisionamento de recursos após medidas de contingenciamento adotadas nos últimos meses. Com a queda no repasse do Fundo de participação dos Estados e a desaceleração da economia em âmbito nacional, o Executivo enfrenta dificuldades financeiras com a perda na arrecadação. A frustração de receitas poderá chegar a R$ 2,35 bilhões até o final do ano, segundo projeção divulgada pela Secretaria de Planejamento.
Somadas as perdas, o Estado viu a folha crescer. A despesa com pessoal do Executivo, entre 2010 e 2014, aumentou 43,5 %, um acréscimo de R$ 1,46 bilhão no ano. O repasse aos Poderes aumentou 86%, mais de R$ 409 milhões. Ou seja, um aumento de quase R$ 2 bilhões no período, de acordo com dados da secretaria estadual de Planejamento.
Aguardamos os recebimentos em dezembro e daremos mais um voto de credibilidade ao governo, que desta vez o décimo vai ser pago e o salário de dezembro dentro do mês.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Perito confirma: Sarney votou em Aécio Neves

Embora o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) tenha negado com todas as letras – inclusive em nota oficial – que votou no tucano Aécio Neves (PSDB) no segundo turno das eleições presidenciais, o perito Ricardo Molina, a pedido do iG, confirmou que as imagens que mostram a votação não sofreram trucagens e são autênticas.

Molina dividiu a análise em três fases. Na primeira, comparando o vídeo de corpo inteiro com um recorte mais fechado na urna eletrônica (veja reprodução abaixo), ele observa que “trata-se da mesma filmagem, ou seja, a ampliação, na qual não há dúvidas de que o voto é 45, foi processada a partir do mesmo vídeo.
A seguir, na imagem ao lado, o perito mostra, a partir do vídeo original, uma sequência de frames que mostram o voto de Sarney no 45. “Não é possível discernir os números, mas é possível verificar que o dedo está na altura do 45 e que a gravação é a mesma da ampliação”, atesta o perito.

PMDB não aceita PT no comando da Câmara e promete derrotar o governo

Da Folha – O PMDB capitaneou a derrubada do decreto dos conselhos populares com um objetivo claro: cortar na raiz a movimentação do Planalto contra a candidatura de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a presidente da Câmara. “A votação mostra que a Câmara tem maioria contra o PT e não aceita o PT no comando”, diz o deputado. Ele promete repetir a dose se Dilma Rousseff insistir no plebiscito da reforma política. “Vamos derrubar tudo. Nada disso vai passar. Vamos derrotar o governo”, desafia.
O PSDB está disposto a apoiar Eduardo Cunha para impor nova derrota ao governo. No entanto, estuda lançar o líder Antonio Imbassahy (BA) e “marcar posição” na disputa pela presidência da Câmara. Renan Calheiros (PMDB-AL), que também defendeu a derrubada do decreto de Dilma, teria outro objetivo: ganhar apoio em seu partido e na oposição para disputar a reeleição à presidência do Senado. Renan e outros senadores do PMDB deram um aviso ao vice-presidente Michel Temer: querem manter seus cargos no governo e abocanhar os que os peemedebistas da Câmara, rebelados, devem perder.

Governo prepara plano para contas públicas

O governo pode lançar na próxima semana um plano de recuperação fiscal, das contas públicas, para tentar resgatar a confiança do mercado na política econômica. Reafirmando o compromisso de fazer uma meta de superávit primário de 2% a 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015, a estratégia deve trazer uma combinação de medidas de contenção de despesas e aumento das receitas.
Essa é a prioridade da equipe econômica neste momento. As linhas gerais do plano foram definidas na segunda-feira, 27, pela presidente Dilma Rousseff durante reunião, no Palácio da Alvorada, com os ministros Guido Mantega (Fazenda), Miriam Belchior (Planejamento) e Aloizio Mercadante (Casa Civil) e o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin.
Para atingir a meta de economia para pagamento de juros da dívida pública (superávit primário) prevista para 2015, o governo terá de fazer um esforço extraordinário. As contas públicas devem fechar 2014 com um superávit primário do setor público entre 0,5% e 1% do PIB. A meta é de 1,9% do PIB. O tamanho do superávit de 2014 dependerá do comportamento das receitas até o fim do ano.
Também há um esforço do governo em adotar medidas para melhorar a transparência da política fiscal, das contas públicas, a área mais criticada pelo mercado e considerada frágil pelas agências de classificação de risco de crédito.
O Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, apurou que a proposta orçamentária para 2015, que tramita no Congresso, pode ser alterada para ajustar o texto às novas propostas. A previsão de investimentos públicos deve ser reduzida e compensada com o anúncio do aumento de concessões, transferindo parte dos gastos com obras ao setor privado.
Do lado das receitas, além de medidas de ganho de eficiência, o governo deve prever a recomposição de tributos, como do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Ou seja, não deve renovar os descontos de impostos, dados para estimular setores da economia, como a indústria automobilística.
Cide
Há, ainda, uma discussão sobre a elevação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que incide na importação e comercialização de combustíveis. Em junho de 2012, a Cide foi zerada para evitar um repasse ao consumidor final do reajuste de 7,83% nos preços da gasolina e de 3,94% no óleo diesel. Com isso, o governo evitou o impacto dos aumentos na inflação.
Mesmo que não seja anunciado imediatamente, avalia-se que o tributo, criado em 2001, pode ser reativado. A alta da alíquota pode ser estipulada em um processo de realinhamento gradual dos preços dos combustíveis. O governo também busca fontes de receitas extraordinárias que possam ajudar o reforçar o caixa e espera uma melhoria da arrecadação federal.
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O dever de casa deve ser feito até a próxima semana, quando a presidente estará de volta a Brasília, depois de um breve descanso na Bahia. Dilma quer anunciar o plano o mais rápido possível para tentar fazer as pazes com o mercado e evitar um rebaixamento da nota de risco do País pelas agências de rating. "A gente está trabalhando a todo vapor, com o espírito de que o segundo mandato já começou", disse uma fonte.
Além das medidas, podem voltar as discussões sobre a limitação do crescimento das despesas. A agência Moody’s, ao rebaixar de estável para negativa a perspectiva da nota de crédito do Brasil em setembro, apontou como condição para elevar o rating a introdução de "regras explícitas" para restringir os gastos primários correntes. A Moody’s afirmou que o rating do Brasil poderá ser rebaixado se a deterioração fiscal permanecer inalterada nos primeiros dois anos do próximo governo.
Créditos: Jornal O Estado de S. Paulo.

Rosalba e Robinson já estão em ritmo de transição do governo


A bem informada Eliana Lima publica hoje (30) em sua coluna, no jornal Tribuna do Norte, uma informação interessante.
Diz Eliana: "A abelhinha, em um rasante pelo bairro de Morro Branco, observou quando o governador eleito Robinson Faria foi ao encontro da governadora Rosalba Ciarlini, na última segunda-feira (no day after da apuração dos votos). O looooonnngo encontro ocorreu na residência oficial da chefe do Executivo".
Eliana complementa a informação dizendo que "a conversa foi de aliados e com pauta em diversos segmentos".
A ser verdade o que a jornalista informa, e Eliana tem credibilidade para noticiar, a transição de governo já começou. Pelo menos, informalmente.
Isso não é coisa de outro mundo. Camilo Santana (PT), governador eleito no Ceará, já recebeu uma senha das mãos do governador Cid Gomes (PROS) para acompanhar as ações prioritárias da atual gestão.
Na Bahia, Rui Costa (PT), também governador eleito, anunciou sua equipe de transição ao lado do atual governante Jaques Wagner. Em outros estados, esses encontros estão se repetindo.
Não haveria de ser diferente aqui no Rio Grande do Norte. O governador eleito Robinson Faria declarou à imprensa que já está focado no processo de transição do governo.
Oficialmente, a governadora Rosalba Ciarlini vai receber Robinson no dia 4 de novembro, na próxima terça-feira. Na ocasião, o governador eleito vai apresentar sua equipe de transição.
Robinson e Rosalba quebraram o gelo durante a campanha eleitoral. A governadora apoiou Robinson nos dois turnos. Só deixou isso explícito na votação de domingo (26).
A reaproximação política foi tratada com discrição para não afetar Robinson eleitoralmente, afinal, Rosalba ainda amarga um desgaste popular na casa dos 70%. A governadora ajudou muito o eleito em Mossoró e na região Oeste.
Agora, é tocar a transição e esperar melhores dias para o sofrido Rio Grande do Norte.

Créditos: nominuto.com

Mercadante pede a Alves ponderação sobre contas públicas

Na semana em que a Câmara dos Deputados impôs uma derrota ao governo Dilma Rousseff sustando os efeitos do decreto presidencial dos conselhos populares, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se reuniu nesta quinta-feira, 30, com o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, para tratar da pauta legislativa até o fim do ano.
Preocupado com uma eventual "pauta bomba", Mercadante quis saber quais projetos estarão em discussão e fez um apelo para que os parlamentares não aprovem projetos que ponham em risco as contas governamentais.
"A preocupação que ele revelou foi com as questões fiscais, o que preocupa muito em votações que venham portanto comprometer (os gastos do governo)", contou Alves. O peemedebista se comprometeu em encaminhar uma lista com os projetos que a Câmara pretende votar, mas já adiantou que gostaria de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Orçamento Impositivo. "Eu disse a ele que queria deixar essa Casa com essa matéria votada", pontuou Alves.
Outra PEC que pode ser apreciada na próxima semana pelo plenário é a que trata do aumento de repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). "A situação dos municípios hoje é dramática, insustentável", justificou.
Alves informou também que pretende conversar com os líderes partidários sobre o que colocará em votação até dezembro. Após quatro décadas no Parlamento, Alves disse que tem compromisso com as contas públicas. "Eu não cometeria nenhum ato de irresponsabilidade neste momento", afirmou.
Pregando o diálogo com o governo, o presidente da Câmara deve se reunir com a presidente Dilma Rousseff na próxima semana. "Diálogo é a palavra mágica", defendeu.
Sobre a reforma política, Alves manifestou o desejo de que a última proposta apresentada na Casa seja votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) o mais rápido possível para que uma comissão especial possa aprofundar o tema com a participação de entidades da sociedade civil. "Reforma política é um consenso, tem que ter realmente a participação popular. Nada se pensa em fazer sem que se tenha a participação popular, que será a última palavra", declarou.
Créditos: Jornal da Tarde

Prefeitura de São Gonçalo realizará Aulão de Revisão para o Enem 2014


Os estudantes que vão prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), este ano, vão ter a última chance para revisar os conteúdos e assimilar dicas importantes antes das provas. Por iniciativa da Secretaria para Assuntos Extraordinários de São Gonçalo do Amarante, acontece no próximo domingo (2), no Teatro Municipal, a partir das 9h, o Aulão de Revisão do Enem 2014. A ação conta com a parceria da Secretaria Municipal de Educação e o CDF Colégio e Curso.


Os aulões gratuitos atendem principalmente os alunos carentes, que não tem condições de fazer um cursinho preparatório. De acordo com a secretária para Assuntos Extraordinários, Mada Calado, o projeto dos Aulões Gratuitos do Enem de São Gonçalo foi o pioneiro em todo o Rio Grande do Norte. “Esses aulões são importantíssimos e beneficiam dezenas de jovens. É muito gratificante ver que essa experiência foi iniciada aqui no município e está sendo levada para outras cidades do Rio Grande do Norte”, declarou.



Este ano o projeto foi iniciado no mês de março e realizado nos ginásios de esportes do Conjunto Amarante e bairro Jardim Lola a cada 15 dias.  Em 2013 os aulões permitiram que mais de 100 estudantes do município obtivessem média suficiente para ingressar num curso de nível superior. Além dos aulões preparatórios para o Enem a Prefeitura Municipal oferece ainda aulões preparatórios para o Campus do Instituto Federal de São Gonçalo.


Créditos: nominuto.com

Pesquisa de estudantes da Ufersa concorre à premiação nacional


Projeto desenvolvido por estudantes do Programa de Pós-graduação em Manejo de Solo e Água da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) conseguiu chegar à fase final do Prêmio Santander Universidades com motivos para comemorar. A proposta chegou à fase final da votação pelo Júri Popular e ainda foi selecionada pelo Júri Acadêmico para ser defendida em um comitê técnico do Banco Santander.
A defesa será feita pela estudante Jucirema Ferreira da Silva, em São Paulo, no próximo dia 4 de novembro. Enquanto isso, já está disponível no site de compartilhamento de vídeos – Youtube – um minidocumentário apresentando o projeto da Ufersa para visualização. O Prêmio Santander Universidade recebeu 20.106 projetos de 1.067 instituições de ensino superior e apenas 15 estão na fase final.
O grande vencedor da categoria Júri Popular será o que obtiver o maior número de visualizações. O vídeo pode ser assistido pelo You Tube.
Projeto
Os estudantes apresentaram uma iniciativa piloto para o Projeto de Assentamento Santa Agostinha, localizado na cidade de Caraúbas-RN, com ações que envolvem a implantação e a comprovação de práticas integradas de convivência com a seca, perpassando por medidas como o saneamento rural; alternativas para a piscicultura, infraestrutura; vegetação, manejo da água; medidas de produção de energia; resíduos sólidos; capacitação profissional; assistência técnica e sensibilização da comunidade.
No trabalho, os autores defendem que “a oportunidade de negócio que o produto orgânico traz é o atributo de valor que este produto carrega, e que é reconhecido e valorizado pelo consumidor, podendo ser inserido em vários mercados como, por exemplo, no setor hoteleiro, trazendo uma diferenciação para o negócio, como a fidelização de clientes”, diz o texto da proposta.
A aplicação do projeto prevê execução e a fase avaliação para um período de 24 meses, com prazo de retorno variando entre 6 a 12 meses. A estudante Jucirema Ferreira defende o impacto positivo na vida dos agricultores. “O que nos inspirou, o que nos ajudou a pensar o projeto, foi a questão de minimizar os efeitos da seca na produção agrícola no Semiárido. A ideia é possibilitar que os agricultores tenham água para produção e não sofram tanto com os danos da estiagem”, explica Jucirema.
O trabalho da Ufersa é orientado pelos professores Nildo da Silva Dias e pela professora Jeane Cruz Portela. Essa é a 10ª edição do Prêmio Santander Universidades que irá premiar 5 projetos, sendo 4 oriundos da avaliação acadêmica e 1 do Júri popular. As equipes vencedoras ganharão um curso de Empreendedorismo (bolsa de estudos) na Babson College, em Boston nos EUA. Além disso, receberão a Mentoria da Endeavor, organização brasileira referência no tema Empreendedorismo e um Certificado de Ouro equivalente a R$ 100 mil para a execução do projeto.
Créditos: Gazeta do Oeste

Com o voto de três vereadores oposicionistas, governo faz presidente da Câmara de Mossoró



O vereador Jório Nogueira, do PSD, foi eleito com o voto de 16 dos 21 vereadores da Câmara Municipal de Mossoró. Como a bandada governista é composta por 13 vereadores, pelo menos 3 vereadores da oposicionistas votaram em Jório Nogueira.
O vereador Tomaz Neto, do PDT, conseguiu 4 votos.
O vereador Lairinho disse que votaria no vereador Jório Nogueira para presidir a Câmara, mas não votaria no restante da mesa. Neste caso, disse que votaria branco. Como não é permitido por lei votar separado, Larinho anulou seu voto.
A votação começou às 11h depois de uma série de debates sobre a formula de votação. Terminou às 11h50. Após o atual presidente da Casa Francisco Carlos declarar vencedor do pleito, Jório Nogueira agradeceu aos vereadores que lhe confiaram o voto e chorou ao lembrar dos conselhos do pai e da mãe.
Ele deve tomar posse no dia 1 de janeiro de 2015 para dois anos de mandato na casa.
A Mesa Diretoria ficou com a seguinte formação:
Presidente: Jório Nogueira (PSD).
1º Vice-presidente: Alex do Frango (PV)
2º Vice-presidente: Narciso Silva (PTN)
1º Secretário: Genilson Alves (PV)
2º Secretário: José Heronildes, “Heró” (Pros)
3º Secretário: Vingt-um Rosado Neto (PSB)
4º Secretário: Cícera Nogueira (PSB)
Créditos: Jornal de Fato