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quarta-feira, 30 de março de 2016

Brasil empata com Paraguai com gol no fim

Daniel Alves bateu colocado de pé esquerdo e arrancou um empate contra o Paraguai no final do jogo.
O Brasil sofreu em Assunção, mas conseguiu arrancar um empate por 2 a 2 com o Paraguai, pela 6ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2018. Após ver o rival abrir 2 a 0, a Seleção só reagiu nos 10 minutos finais, quando Ricardo Oliveira e Daniel Alves balançaram a rede para evitar mais um vexame da equipe de Dunga.
A primeira boa chance no Defensores del Chaco foi do Brasil. Aos 4 minutos, Willian limpou a marcação na entrada da área, mas bateu por cima. Sem Neymar, o Brasil encontrava dificuldades no setor ofensivo e aos poucos o Paraguai foi acordando. Aos 17, Aguilar cabeceou e Alisson fez uma bela defesa no canto direito. A bola ainda bateu na trave e no rebote, Daniel Alves travou o chute de Gustavo Gomez na pequena área.
O lance empolgou a equipe manteve a pressão, com direito a Alisson de Alisson. Em nova bola aérea, Aguilar ajeitou de cabeça e a bola caiu nos pés de Gomez na pequena área.  O zagueiro emendou um voleio ode primeira e goleiro brasileiro fez uma defesa espetacular no reflexo.
O Brasil só voltou a assustar aos 27. Willian cruzou rasteiro, Ricardo Oliveira encheu o pé de primeira e a bola explodiu no travessão. Mas quando parecia que o primeiro tempo terminaria no zero, o Paraguai conseguiu abrir o placar. Aos 40 minutos, Benítez colocou na área, Roque Santa cruz deixou passar e Lezcano pegou de primeira. A bola quicou no chão e encobriu Alisson.
Hulk foi para o jogo no segundo tempo no lugar de Fernandinho. A ideia de Dunga era deixar o time mais ofensivo, mas foram os donos da casa que voltaram a marcar. Logo aos 3 minutos, Roque Santa Cruz passou por 3 marcadores e passou para Ortiz. O volante achou Benítez invadindo a área e o camisa 11 se antecipou a Daniel Alves para tocar na saída de Alisson.
Desorganizado, o Brasil sofreu para se encontrar no jogo, mas conseguiu diminuir o placar aos 34. Hulk mandou uma bomba de fora da área, Villar deu rebote e Ricardo Oliveira aproveitou para marcar. Os paraguaios sentiram o gol e o Brasil pressionou até o fim. E a insistência deu resultado aos 46. Depois da longa troca de passes, Daniel Alves recebeu de Willian e bateu colocado de pé esquerdo para definir o placar.
Com o resultado, as duas seleções chegaram a 9 pontos. o Brasil caiu 3 posições na tabela e gora é o 6º colocado, fora da zona de classificação ao mundial. o Paraguai aparece logo atrás, em 7º lugar.
O Brasil agora só volta a campo pelas Eliminatórias em setembro, contra o Equador, fora de casa. Antes, em junho, a equipe terá pela frente a Copa América Centenário, nos Estados Unidos.

PP discute data de convenção sobre desembarque do governo nesta quarta-feira

Dilma pode perder mais um aliado nos próximos dias (Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)
Dilma pode perder mais um aliado nos próximos dias (Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)
O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), está pedindo cautela ao grupo do partido que defende o rompimento com o governo. Nesta quarta-feira, 30, a partir das 11h, Nogueira realiza uma reunião informal com as bancadas da legenda na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para discutir a data da convenção que definirá se o partido rompe ou continua na base aliada da presidente Dilma Rousseff.
Segundo parlamentares da sigla, Nogueira adiantou que o encontro nacional do PP só deve ocorrer depois da votação do parecer da comissão especial do impeachment, prevista para meados de abril. O objetivo é chegar a um consenso pouco antes da análise do pedido de afastamento de Dilma no plenário da Câmara, que também deve acontecer no próximo mês. Atualmente, o partido está dividido entre a ala pró-governo e a de oposição.
“A reunião desta quarta é decisiva. Não nos interessa uma convenção para uma briga interna. Nós queremos a unidade partidária para uma posição em bloco pela saída do governo e favorável ao impeachment”, destacou Jerônimo Goergen (PP-RS), um dos principais nomes da oposição no partido. Apesar da defesa de Goergen por uma decisão unânime, alguns membros acreditam que Ciro optará “no máximo” pela liberação dos votos.
Entre as preocupações do PP, estaria a vinculação do afastamento do governo com a decisão do PMDB, que oficializou nesta terça, 29, o desembarque. Outro motivo de cautela seria a incerteza de um possível mandato de Michel Temer na presidência, que também é alvo de investigações e não possui grande aprovação popular. Além disso, uma parcela da legenda acredita que este seria um bom momento para negociar novos cargos no Executivo.
Na semana passada, parlamentares do PP pró-impeachment entregaram ao presidente do partido uma lista com assinaturas de 22 deputados e de 4 senadores, pedindo a antecipação da convenção nacional da legenda, para discutir a saída do governo. Este é o principal motivo da reunião de amanhã, que deve apaziguar os ânimos.

PMDB não terá vida fácil se assumir comando do país

O PMDB decidiu hoje (29) desembarcar do governo Dilma Rousseff (PT) em reunião do diretório nacional do partido, em Brasília.
A decisão do maior partido do país aprofunda a crise política, e impulsiona o impeachment da presidente em curso na Câmara dos Deputados.
Outras legendas - PSD, PR e PP - estudam seguir o PMDB na decisão de afastamento do Palácio do Planalto. 
O impeachment pode ser votado no plenário da Câmara dos Deputados no dia 17 de abril, segundo informou o deputado Walter Alves (PMDB).
O PT promete retaliar o vice-presidente Michel Temer, primeiro beneficiário do impeachment de Dilma.
Temer terá de negociar a governabilidade do país com um Congresso Nacional cada vez mais fragmentado. Só na Câmara são 25 legendas, maior parte formada por nanicos.
Acompanhe o comentário do jornalista Diógenes Dantas no Observatório Nominuto, coluna em vídeo de segunda a sexta, no portal Nominuto.

Sérgio Moro pede desculpas ao STF por divulgar conversa de Lula e Dilma

O juiz federal Sérgio Moro admitiu hoje (29) ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki que lamenta e pede "escusas" por ter autorizado a divulgação de escutas telefônicas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. Ao ministro, Moro também disse que não teve intenção de provocar polêmicas, conflitos ou constrangimentos.
"Diante da controvérsia decorrente do levantamento do sigilo e da decisão de vossa excelência, compreendo que o entendimento então adotado possa ser considerado incorreto, ou mesmo sendo correto, possa ter trazido polêmicas e constrangimentos desnecessários. Jamais foi a intenção deste julgador, ao proferir a aludida decisão de 16 de março, provocar tais efeitos e, por eles, solicito desde logo respeitosas
escusas a este Egrégio Supremo Tribunal Federal", disse Moro.

Moro enviou as informações a pedido de Zavascki após a decisão do ministro que determinou a suspensão das investigações da Operação Lava Jato que envolvem Lula e envio dos processos ao Supremo.
Com a decisão de Teori, Moro avaliou que seu entendimento sobre a questão foi incorreto. O juiz também afirmou que não determinou a quebra de sigilo telefônico de nenhuma pessoa com prerrogativa de foro e que os diálogos envolvendo a presidente Dilma e ministro do gabinete pessoal da presidência, Jaques Wagner, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e parlamentares, foi encontrada de forma fortuita nas investigações.
"O levantamento do sigilo não teve por objetivo gerar fato político-partidário, polêmicas ou conflitos, algo estranho à função jurisdicional, mas, atendendo o requerimento do MPF, dar publicidade ao processo e especialmente a condutas relevantes do ponto de vista jurídico e criminal do investigado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que podem eventualmente caracterizar obstrução à Justiça ou tentativas de obstrução à Justiça", justificou Moro.
Lula
No despacho, Moro também cita um áudio no qual ex-presidente Lula entrou em contato com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. Segundo Moro, Lula tentou que houvesse interferência de Barbosa na Receita Federal. Segundo o juiz, Lula "aparentemente" tentou interferir nas investigações.
"Em cognição sumária, o ex-presidente contatou o atual ministro da Fazenda buscando que este interferisse nas apurações que a Receita Federal, em auxílio às investigações na Operação Lava Jato, realizada em relação ao Instituto Lula e a sua empresa de palestras. A intenção foi percebida, aparentemente, pelo ministro da Fazenda, que, além de ser evasivo, não se pronunciou acolhendo a referida solicitação. O ex-presidente, aparentemente, tentou obstruir as investigações atuando indevidamente, o que pode configurar crime de obstrução à Justiça", disse o juiz.
Validade do áudio
Sobre a validade da conversa entre Lula e o ministro da Fazenda como prova criminal, Moro sustentou que o diálogo tem relevência para a investigação, mesmo sendo encontrado fortuitamente nas investigações.
"A colheita fortuita do diálogo com autoridade com foro privilegiado, entretanto, não implica a necessidade de mudança do foro para o Supremo Tribunal Federal, pois não há qualquer elemento probatório que autorize conclusão de que o ministro Nelson Barbosa cedeu às solicitações indevidas do ex-presidente, o contrário se depreendendo do diálogo. Isso, porém, não torna inválida à interceptação ou impede a utilização ou a divulgação do diálogo, a prextexto de preservar privacidade, pois não há esse direito em relação ao investigado Luiz Inácio Lula da Silva, já que o diálogo, para ele, tem relevância jurídico-criminal," diz Moro.
Diálogo entre Lula e Dilma
Sobre o diálogo entre Lula e a presidente Dilma, Moro explicou que autorizou o levantamento do sigilo por entender que ele não tinha relevância criminal para Dilma, sendo que Lula era o investigado.
"O foco da investigação era o ex-presidente da República, então destituído de foro por prerrogativa de função e, embora o referido
diálogo no contexto de obstrução fosse juridicamente relevante para ele, não parece que era tão óbvio assim que também poderia ser relevante juridicamente para a excelentíssima presidente da República".

Advogado de Lula
Sobre a autorização de interceptação das conversas de um dos advogados do ex-presidente, Roberto Teixeira, Moro afirmou que determinou apenas grampear um número de celular e que não tem conhecimento de que os números do escritório de advocacia tenham sido interceptados. De acordo com as investigações, Teixeira teria representado os empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar na compra do sítio frequentado pela família de Lula, em Atibaia (SP).
"Desconhece este Juízo que tenha sido interceptado outro terminal dele  [Roberto Teixeira] ou terminal com ramal de escritório de advocacia. Se foi, essas questões não foram trazidas até o momento à deliberação deste juízo pela parte interessada. Se o advogado se envolve em condutas criminais, no caso suposta lavagem de dinheiro por auxiliar o ex-presidente na aquisição com pessoas interpostas do sítio em Atibaia, não há imunidade à investigação a ser preservada, nem quanto à comunicação dele com seu cliente também investigado", disse.
Novos áudios
No pedido de informações, Moro também afirmou que existem mais conversas telefônicas do ex-presidente que foram gravadas. "Há outros diálogos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva intencionando ou tentando obstruir ou influenciar indevidamente a Justiça. Há também diálogos nos quais revela a intenção de intimidar as autoridadades responsáveis pela investigação e processo", afirmou Moro.

Na quinta-feira (31), o STF decidirá se o juiz federal Sérgio Moro, responsável pela investigação da Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal, continuará na condução dos inquéritos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Na semana passada, o ministro Teori atendeu a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e suspendeu, com base em jurisprudência da Corte, a divulgação das interceptações envolvendo a Presidência da República e fixou prazo de dez dias para que Sérgio Moro preste informações sobre a divulgação dos áudios do diálogo entre a presidente Dilma Rousseff e Lula, tornadas públicas após decisão do juiz.

terça-feira, 29 de março de 2016

Estudantes fazem protesto contra fraude da merenda em São Paulo

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Estudantes fazem um protesto contra desvios de verba para a merenda, contra o fechamento de escolas e por melhores condições de educação, nesta terça-feira (29), em São Paulo. Os adolescentes se reuniram na esquina da Avenida Paulista com a Avenida Brigadeiro Luís Antônio, de onde partiram em caminhada para a Assembleia Legislativa de São Paulo.

Por Aclamação, PMDB oficializa rompimento com governo Dilma

Rogério Marinho é eleito vice-presidente da CPI da Fifa


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A Câmara dos Deputados instalou nesta terça-feira (29) a comissão parlamentar de inquérito para investigar as denúncias de crimes cometidos por dirigentes da Fifa, entre eles o brasileiro José Maria Marin, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Três tucanos são integrantes titulares: Otavio Leite (RJ), Silvio Torres (SP) e Rogério Marinho (RN), este último escolhido como vice-presidente do colegiado.
Investigação feita pela Justiça dos Estados Unidos aponta para a existência de um esquema mundial de propinas e subornos relativo a comercialização de jogos e direitos de marketing de competições de futebol. Juntamente com outros seis cartolas, o cartola brasileiro foi detido em maio do ano passado na Suíça, mas hoje cumpre prisão domiciliar em Nova York. “Vamos nos debruçar sobre os fatos divulgados e a implicação de tudo isso no futebol brasileiro. Vamos fazer nosso trabalho no sentido de modernizar, qualificar e dar maior transparência ao nosso futebol”, disse Rogério Marinho.

ACAYU abre hoje inscrições para Cursos Profissionalizantes


A Associação de Apoio ao Desenvolvimento Social, Cultural e Administrativo ao Município de Serra do Mel - ACAYU, através do Convênio nº 43/2014  com a Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social - SETHAS, abre hoje, 29, inscrições para seis cursos profissionalizantes. 

Os cursos que estão disponíveis são - Atendimento ao Cliente, Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Secretaria, Gestão de Vendas no Varejo, Qualidade para Vendas e Recepcionista. Este projeto é fruto de uma emenda parlamentar no valor de R$ 76.000,00 (setenta e seis mil reais) destinado pelo deputado estadual George Soares. 

Os cursos serão executados pela empresa Indice Assessoria Contábil Ltda-ME e em dois horários - matutino e noturno. Os cursos Auxiliar Administrativo, Qualidade para Vendas e Recepcionista serão trabalhados no turno matutino. E os Cursos Auxiliar de Secretaria, Atendimento ao Cliente e Gestão de Vendas no Varejo no noturno.

São 25 (vinte cinco) vagas para cada curso, totalizando 150 jovens estudantes beneficiados por este projeto, e a programação é para iniciar no dia 10 de abril.

Para o professor Roberto de Araujo, coordenador da ACAYU, esta é a maior conquista que a associação tem conseguido em benefícios dos jovens estudantes da Serra do Mel.

Supremo decide na quinta-feira se investigações sobre Lula continuam com Moro

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidirá na quinta-feira (31) se o juiz federal Sérgio Moro, responsável pela investigação da Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal, continuará na condução dos inquéritos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Na semana passada, o ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo, determinou que Moro suspenda as investigações que envolvem Lula, por entender que cabe à Corte analisar se o ex-presidente tem foro privilegiado e deve ser processado pelo tribunal.
Na decisão, que atendeu a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), Teori suspendeu, com base em jurisprudência da Corte, a divulgação das interceptações envolvendo a Presidência da República e fixou prazo de dez dias para que Sérgio Moro preste informações sobre a divulgação dos áudios do diálogo entre a presidenta Dilma Rousseff e Lula, tornadas públicas após decisão do juiz.
Em parecer enviado hoje ao Supremo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, manifestou-se favorável à nomeação do ex-presidente Lula no cargo de ministro da Casa Civil.
Apesar de entender que a nomeação deve ser validada para evitar danos à governabilidade diante da crise política, Janot sustentou que a nomeação teve por objetivo tirar a competência do juiz federal Sérgio Moro para presidir as investigações contra o ex-presidente Lula.
De acordo com o procurador, as investigações contra o ex-presidente Lula na Operação Lava Jato até a data da nomeação devem ficar sob responsabilidade do juiz Sérgio Moro.
O ex-presidente é investigado  sobre supostas irregularidades na compra da cota de apartamento tríplex, no Guarujá (SP), e em benfeitorias feitas em um sítio frequentado por sua família em Atibaia (SP).

UERN de Assú vai entregar micro-ônibus adquirido com emenda de George Soares

A diretoria do Campus da UERN em Assú irá realizar, nessa terça-feira (29), uma grande solenidade para marcar a entrega de um micro-ônibus, adquirido através de recursos de emenda parlamentar do deputado estadual George Soares (PR), no valor de 240 mil reais pelo Governo do Estado.
Também através de emenda no ano passado, o deputado George Soares destinou recursos para climatizar toda a Unidade do Campus avançado em Assú, desde as salas de aulas, biblioteca e até a guarita. Além da entrega do micro-ônibus, serão inauguradas as residências universitárias na cidade. As solenidades começam nesta terça, a partir das 17h, no Campus da UERN, em Assú. O deputado estadual George Soares já confirmou sua presença no momento.


Patrícia Mayra representará ASSU no concurso Musa do Futebol Potiguar

No intervalo do jogo entre ASSU x Potiguar, no domingo (27), foi apresentada a musa do Camaleão 2016.
Seu nome é Patrícia Mayra Bezerra. Ela é assuense, tem 21 anos e representará ASSU no concurso Musa do Futebol Potiguar 2016.
Confira a beleza da candidata nessas duas fotos:

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Marina Silva diz que Temer na Presidência provocaria ‘bololô’

Marina Silva foi entrevistada no Programa do Jô (Foto: José Cruz/ABr)
Marina Silva foi entrevistada no Programa do Jô (Foto: José Cruz/ABr)
A ex-ministra Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, disse na madrugada desta terça-feira (29), durante entrevista ao apresentador Jô Soares, no Programa do Jô, da TV Globo, que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, se aprovado, cumpriria uma “formalidade”, mas não sua “finalidade”.
Se o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumisse, segundo ela, ocorreria um “bololô”. A expressão foi usada antes pelo apresentador, para se referir à possibilidade de afastamento da presidente e do vice, que provocaria, segundo ele, uma confusão ainda maior que o impeachment. Para Marina, no entanto, Dilma e Temer têm responsabilidades equivalentes pela atual crise. “Os dois partidos (PT e PMDB) estão implicados igualmente”, afirmou Marina.
A ex-ministra voltou a defender que a melhor saída para a crise seria a impugnação da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que provocaria novas eleições se ocorresse ainda em 2016.
Jô tratou a entrevistada como candidata e perguntou se ela já teria escolhido nomes para o Ministério.
Marina negou que já tenha tomado qualquer decisão. “Não é uma mentira branca nem mentira negra ou preta”, disse a ex-ministra, rejeitando a insinuação de que ela estaria escondendo suas pretensões. “É a mais profunda verdade e pago um preço muito alto quando digo que não sei se serei candidata. Meu objetivo de vida não é ser presidente, é ver o Brasil melhor”, afirmou.
A líder da Rede Sustentabilidade afirmou que pensa na possibilidade de concorrer ao Planalto, mas que não quer “instrumentalizar” a crise. “O mais importante é dar contribuição genuína. (…) Não fico ligada em pesquisa de opinião. É um registro de um momento. E é um momento muito delicado da vida do nosso país, com inflação, desemprego, juros altos e descrença nas lideranças políticas”, afirmou a ex-ministra.
Marina foi candidata a presidente em 2010, pelo PV, e em 2014, pelo PSB – na vaga herdada de Eduardo Campos, morto em desastre aéreo durante a campanha.

Quem será o candidato a vice-prefeito de Thiago Cavalcante?


Quando decidi a não aguentar mais as grosserias de Júnior Benevides e anunciar publicamente o rompimento político. Passei 40 dias ouvindo, conversando, procurando quem tivesse coragem de continuar segurando a bandeira vermelha em Carnaubais. No dia 19 de fevereiro, em solenidade realizada na Câmara Municipal em um ato de muito respaldo popular. Os 5 partidos: PC do B, PPS, PSC, PMB e PT do B indicaram o nome de Thiago Cavalcante – PC do B, como pré-candidato a prefeito o que rapidamente ganhou as ruas e comunidades do nosso município, causando grande admiração.
Cumprido a primeira etapa, relacionamos 4 nomes da política carnaubaense que daria uma grande contribuição ao jovem Thiago Cavalcante, compondo a chapa de vice-prefeito. relacionamos os nomes de: Nayre Moura, atual presidenta do Sindicato dos servidores municipal;  Neném de Sérgio, líder rural em nosso município; Keide, vereador com atuação destacada na zona Norte do nosso município, principalmente no Distrito do Entroncamento e o médico ortopedista dr. Thiago Meira.
Enquanto o prefeito já tem seu candidato a vice definido, o outro pretendente, já procurou mais de 10 nomes e nenhum ainda aceitou.  E sem uma explicação convicente  ao vereador Keide, ainda não justificou porque não o quer mais na chapa como seu vice-prefeito.
É verdade que os partidos tem até julho para definir os seus futuros candidatos e oficializarem na Justiça Eleitoral ai sim, será o início oficial do pleito em nosso município.
Créditos: Luizinho Cavalcante

Brasil encara o Paraguai e luta para ficar entre os 4 primeiros das Eliminatórias


A matemática do técnico Dunga para ter êxito nas Eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2018 é simples: somar pelo menos quatro pontos a cada duas rodadas. Para atingir esse objetivo, a seleção brasileira terá que superar diversos problemas para surpreender o Paraguai, no estádio Defensores del Chaco, às 21h45 (horário de Brasília), em Assunção. O empate por 2 a 2 com o Uruguai fez com que o confronto desta terça-feira (29) se tornasse ainda mais importante, principalmente para o treinador brasileiro.
Desde que retornou à seleção, Dunga nunca esteve tão pressionado. Até uma possível demissão é cogitada nos bastidores da CBF em caso de mais um resultado negativo. A sexta rodada será disputada integralmente nesta terça-feira e o Brasil, atualmente terceiro colocado, pode acabar até em sétimo.
Dunga ressalta a dificuldade que todas as seleções estão tendo na competição. “Sabemos que vai ser disputado até a última rodada. Se nas outras eliminatórias, que não considerávamos tão difíceis, o Brasil sempre se classificou na última rodada, essa será ainda mais complicada. Temos que jogar para vencer”, disse o treinador.
O cenário é ainda mais desfavorável pela ausência do principal jogador. Suspenso pelo segundo cartão amarelo, Neymar está fora da partida, assim como David Luiz, também suspenso. Ambos darão lugar para Ricardo Oliveira e Gil, respectivamente, mudanças que farão a equipe mudar a forma de jogar.
Nos últimos jogos, Douglas Costa, Willian e Neymar se movimentavam bastante na frente, trocavam de posição e abriam espaço na defesa. Foi assim que o time abriu 2 a 0 sobre o Uruguai sem dificuldades na sexta-feira até perder o ritmo, os uruguaios se organizarem e buscarem o empate. Com Ricardo Oliveira, a equipe ganha um referência dentro da área, mas perde na movimentação ofensiva. “Escolhemos pela forma que os jogadores estão treinando e jogaram os últimos jogos da seleção, e pelas características que precisamos em campo”, explicou Dunga.
No Paraguai, todos comemoram a ausência de Neymar, mas o técnico Ramón Diáz adota um discurso mais político. “A ausência é importante porque ele desequilibra, mas o Brasil também tem bons jogadores e vamos tentar fazer a vida do Brasil ser impossível.”
Em relação ao time, Ortiz e Rojas deixaram o jogo com o Equador, na quinta-feira, reclamando de dores musculares, mas devem atuar. A grande atração fica para o jovem Iturbe, de 22 anos, argentino naturalizado paraguaio que deve servir Lescano e Roque Santa Cruz.

Após dois meses na prisão, ex-presidente da Câmara de Apodi é liberado


Foi solto na tarde desta segunda-feira (28) o ex-presidente da Câmara dos Vereadores de Apodi, João Evangelista de Menezes Filho.
Evangelista estava preso no Centro de Detenção Provisória da cidade desde janeiro deste ano por decorrência da operação ‘Apóstolo’, desencadeada pelo Ministério Público Estadual que apura um suposto esquema de pagamento de despesas particulares de combustíveis mediante recursos provenientes da Câmara.
O alvará de soltura foi assinado pelo juiz Renato Vasconcelos Magalhães, que acatou pedido de revogação de prisão feito pelo promotor Sílvio Brito. A decisão foi publicada no site do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.
O vereador era investigado há mais de 9 meses pelo Grupo de Atuação Regional de Defesa do Patrimônio Público (GARPP), Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e Promotoria de Apodi por suspeita de desvio de recursos da Câmara Municipal.
Evangelista foi preso com outras oito pessoas. As prisões, segundo o MP, foram solicitadas diante da suspeita que os suspeitos estavam atrapalhando a investigação conduzida pelo Ministério Público.
No decorrer das investigações interceptações telefônicas realizadas com autorização judicial mostraram articulação do presidente da Câmara no intuito de intimidar testemunhas e assim interferir no conteúdo dos seus depoimentos, além de ter destruído documentos que interessavam às investigações.
Os elementos de prova até agora colhidos apontam para a prática dos crimes de peculato, extravio de documentos públicos, falsidade ideológica e uso de documentos falsos, associação criminosa, denunciação caluniosa, usurpação de função pública e falso testemunho, cujo somatório das penas pode chegar a até 47 anos de prisão.

Henrique Eduardo Alves pede demissão do cargo de ministro do Turismo


Henrique Alves deixa o governo da presidente Dilma (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)


O ministro Henrique Eduardo Alves, entregou nesta segunda-feira, 28, o cargo de ministro do Turismo, que ocupava desde 16 de abril de 2015.

Na carta de demissão, Henrique Alves admite que o diálogo "se exauriu". Ele diz também que o momento nacional coloca o PMDB, diante do seu maior desafio "de escolher o seu caminho", sob a presidência de Michel Temer. 

Ainda segundo o peemedebista, a decisão foi “difícil”, mas "consciente e coerente". Ele agradeceu a confiança da presidente durante os onze meses em que esteve à frente do ministério.

Leia a íntegra da carta enviada por Henrique Alves para a presidente da República, Dilma Rousseff.



PMDB deve anunciar oficialmente rompimento com governo nesta terça

Decisão acontece nesta terça (Foto: Wellington Rocha/PortalNoAr)
Decisão acontece nesta terça (Foto: Wellington Rocha/PortalNoAr)
O PMDB vai decidir nesta terça-feira (29) se rompe com o governo da presidente Dilma Rousseff. A decisão será tomada em reunião do Diretório Nacional, marcada para começar às 15h, em um plenário da Câmara. Várias negociações vêm sendo feitas entre os defensores da permanência do partido no governo e os contrários à manutenção do apoio da legenda.
Os sinais indicam um rompimento da legenda que tem o vice-presidente da República, Michel Temer. Até o pedido de demissão, ontem (28) à noite, do ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, o partido comandava sete pastas na Esplanada, além de diversos cargos no governo federal.
A aliança do PMDB com o PT vem desde o primeiro mandato de Dilma, quando Temer foi eleito vice-presidente. Nos últimos meses, cresceu o número de integrantes do partido insatisfeitos com a aliança. No último dia 12, a Convenção Nacional delegou ao Diretório Nacional o poder de, em até 30 dias, deliberar sobre os rumos que o PMDB deve seguir.
A decisão foi antecipada, após a nomeação, no dia 16, do deputado Mauro Lopes (MG), secretário-geral da legenda, para o cargo de ministro da Secretaria de Aviação Civil, contrariando uma resolução do partido, aprovada na convenção, proibindo membros de aceitar cargos no governo federal.
A nomeação irritou os peemedebistas, fazendo com que Temer não comparecesse à posse de Lopes, no dia seguinte. “O vice-presidente não vai participar da cerimônia em Brasília porque o governo resolveu afrontar uma decisão da Convenção Nacional do PMDB, nomeando Mauro Lopes”, disse, em nota, a assessoria de imprensa de Temer.
Diante da ameaça de desembarque político do principal partido da base aliada, Dilma afirmou, em declarações na última semana, que quer “muito que o PMDB permaneça” no governo, mas que vai respeitar a decisão.
Na última quinta-feira (24), Temer, que é presidente nacional do PMDB, cancelou a viagem que faria a Portugal para participar de um seminário luso-brasileiro, promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito (IBD) para se reunir com a cúpula partidária e tratar do posicionamento a ser tomado pelo partido.
Ontem, Michel Temer se reuniu com o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), e outros senadores para tratar da permanência no governo. É grande a possibilidade de que a ala peemedebista que apoia o governo, inclusive ministros, não compareça à reunião do diretório nacional. Se isso ocorrer, a decisão poderá ser tomada por aclamação.
Caso se confirme a saída do PMDB da base aliada, o Diretório Nacional poderá dar um tempo para que os ministros e ocupantes de outros cargos deixem o governo.
Créditos: Portal No Ar

Quase 40% dos professores no Brasil não têm formação adequada

Nas escolas públicas do Brasil, 200.816 professores dão aulas em disciplinas nas quais não são formados, isso equivale a 38,7% do total de 518.313 professores na rede. Os dados estão no Censo Escolar de 2015 e foram divulgados ontem (28) pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
Em alguns casos, um mesmo professor dá aula em mais de uma disciplina para a qual não tem formação, com isso, o número daqueles que dão aula com formação inadequada sobre para 374.829, o que equivale a 52,8% do total de 709.546 posições ocupadas por professores.
Na outra ponta, 334.717 mil posições, 47,2%, são ocupadas por docentes com a formação ideal, ou seja, com licenciatura ou bacharelado com complementação pedagógica na mesma disciplina que lecionam. Mais 90.204 (12,7%) posições são ocupadas por professores que não têm sequer formação superior.
Disciplinas
A maior lacuna está em física. Do total de 27.886 professores que lecionam física, 19.161 não tem licenciatura na disciplina, o que equivale a 68,7% do total. A formação de novos professores, de acordo com Mercadante, não acompanha a demanda, de 1,8 mil por ano. Seriam necessários, então, 11 anos para que todos os professores de física tivessem a formação adequada.
"A gente forma muito pouca gente em física por ano e é muito difícil reverter isso porque o professor que está lá para motivar o aluno não é formado, não tem licenciatura e dá aula improvisada para preencher carga horária sem formação específica", diz Mercadante.
A falta de formação adequada atinge também duas disciplinas chave para formação dos estudantes, matemática e português. Em matemática, 73.251 do total de 142.749 não tem a formação específica para lecionar a disciplina, ou seja, 51,3%. Em língua portuguesa, do total de 161.568 professores em exercício, 67.886 não têm licenciatura em português, o equivalente a 42%.
Português e matemática são as disciplinas cobradas em avaliações nacionais como a Prova Brasil e internacionais, como o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), e são usadas para medir a qualidade da educação. "Matemática e português são as duas pernas para o estudante caminhar na educação. Sem essas duas ferramentas não tem como prosseguir", diz Mercadante.
Biologia tem os melhores índices, 78,4% dos professores têm a formação adequada. Em química, são 53,7%; em ciências, 40,1%; em história, 39,9%; e em geografia, 37,7% professores são formados na área em que atuam. Os demais ou são formados em outras áreas, afins ou não, ou não têm formação superior.
Formação docente
O Ministério da Educação (MEC) anunciou que tomará medidas para melhorar a formação dos professores. Entre elas, a oferta de 105 mil vagas para formação de professores no segundo semestre deste ano. Serão 20 mil vagas em universidades federais e 4 mil vagas em institutos federais. Além disso, a Universidade Aberta do Brasil vai ofertar 81 mil vagas de formação à distância.

"Nenhum professor efetivo, que está em sala de aula, deixará de ter a formação. Se faltar, vamos procurar instituições privadas", diz Mercadante. "Se quisermos ter qualidade na educação, temos que melhorar a formação do professor".
Aqueles que já têm alguma formação em área afim a que leciona poderá aproveitar os conhecimentos em um curso de licenciatura, tendo a carga horária reduzida. A experiência em sala de aula, também contará para reduzir o tempo de estágio obrigatório. A reconfiguração das licenciaturas está prevista em parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovado no ano passado.
O Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), destinado a complementar a formação dos professores também será reconfigurado no ano que vem. O professor só poderá se inscrever para o curso correspondente à disciplina que leciona. O curso será oferecido apenas nas férias escolares para que os professores se dediquem mais.
Créditos: nominuto.com

quinta-feira, 24 de março de 2016

'A economia a gente resolve amanhã; evitar o golpe, é hoje', diz Lula em SP

Ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva participa de plenária nacional de sindicalistas em defesa da democracia, do Estado de Direito e contra o golpe. (Foto: Glauco Araújo/G1)Ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva participa de plenária nacional de sindicalistas em defesa da democracia, do Estado de Direito e contra o golpe. (Foto: Glauco Araújo/G1)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (23) que não vai aceitar golpe político na presidente Dilma Rousseff (PT). O petista participou de um evento promovido pelas centrais sindicais na Casa de Portugal, no Centro de São Paulo. "A economia a gente resolve amanhã ou depois de amanhã. Mas evitar o golpe é hoje."
Lula pediu a deputados e senadores do Congresso Nacional seis meses de "paciência". "Deem para a gente seis meses de paciência que vamos provar que esse país vai voltar a ser o país da alegria. A discutir uma política econômica que traga esperança.", afirmou Lula. "Vou ajudar a Dilma a governar com a decência que o povo brasileiro merece."
O ex-presidente também brincou com sua posse no Ministério da Casa Civil. "Não sei quando eu vou tomar posse, porque eu ia tomar whisky com a Marisa depois da Paulista, em casa, mas quando eu cheguei em casa, eu já não era mais ministro. O ministro Gilmar [Mendes, do Supremo Tribunal Federal] cassou o meu ministério e viajou para Portugal?", afirmou. "Mas eu queria dizer uma coisa pra vocês: eu não preciso ser ministro para ajudar este país."
Lula voltou a criticar os grupos de oposição ao governo. “Eles têm de aprender que ganhamos a eleição com o voto democrático do povo brasileiro. Se eles querem ir à presidência, eles têm de esperar até 2018. Eles que esperem, se preparem, não tentem dar golpe na Dilma. Porque nós não vamos aceitar golpe neste país", disse. Lula negou haver motivo para a saída de Dilma. “Não existe razão legal para o impeachment da Dilma”, afirmou. "O que estão querendo fazer agora com a Dilma é golpe. Não tem outra palavra: é golpe. Este país não pode aceitar o golpe à Dilma."
Ele criticou a divisão entre os pró-governo e os contra-governo. "Democracia é assim. Quando a gente ganha, a gente faz festa. Quando a gente perde, a gente espera o próximo ano para fazer festa. O problema deste momento neste país é o ódio. Nós estamos destilando o ódio. As pessoas pensam que quem usa camisa verde e amarela é mais brasileiro", afirmou.
Economia
O ex-presidente criticou os rumos da economia. “Dilma tem consciência de que não dá para continuar com a política econômica”, disse. “Toda vez que a gente fala em corte, a gente está falando em diminuir a capacidade de investimento do Estado. Quando a gente diminui a capacidade de investimento de Estado, a gente tem de ter, em contrapartida, empresários com poder de investimento", afirmou.

"Se a união não tem, os estados não têm, e se os municípios não têm, se os bancos não emprestam dinheiro e se os empresários não querem investir, é o pior que pode acontecer no país. E é o que está acontecendo agora.” E acrescentou: "Não podemos continuar com a política econômica que permita a redução do emprego".
Lula disse não ter medo de investigação e criticou a operação Lava Jato. Ele disse que o juiz Sérgio Moro não precisava ter mandado a Polícia Federal buscá-lo para depor coercitivamente. "Não tenho medo de combate à corrupção. O que não queremos é que eles façam pirotecnia com pessoas que são condenadas pela manchete dos jornais antes das investigações."
Ele também fez críticas aos meios de comunicação na cobertura da divulgação dos áudios de conversas com Dilma e outros integrantes do governo. "Os meios de comunicação que me adoram, eu conversava com eles. Eu conversava. Eu tratava. Eu tratava com muito respeito, que eles não têm comigo, a Rede Globo, eu tratava com muito respeito a Record, o SBT. Nunca faltei com respeito com eles. Estou enojado com o comportamento de determinados setores da comunicação que transformam em divulgação pública falas pessoais minhas. Mas não tem problema, eu não farei com eles esse jogo rasteiro. O tempo vai se encarregar de mostrar quem está certo."
Getúlio e golpe
Durante 17 minutos, Lula citou momentos de crise na história do país, desde 1954, com a morte de Getúlio Vargas, até a redemocratização, na década de 80, passando pelo golpe militar, de 1964.  Em seguida, criticou a elite. "Não é fácil os conservadores desse país aceitarem pessoas que não são da elite", disse. “Não precisa ser um operário nem uma mulher, basta não ser do meio deles e eles já têm muita dificuldade em aceitar.”

Ele disse que, quando eleito, Juscelino Kubitscheck foi acusado pela elite. “Naquela época já diziam que Juscelino tinha feito Brasília para roubar”, afirmou. “Só fomos saber que o Juscelino não estava rico quando ele morreu.” Ele também comparou as acusações de que ele é dono de um triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo, a situação semelhante vivida pelo outro presidente. “Acusavam o Juscelino de ter um apartamento na Vieira Souto que não era dele.”
Este é o segundo evento público em que Lula participa em menos de uma semana. Na sexta-feira (18), o ex-presidente discursou na Avenida Paulista em ato em apoio ao governo federal.

Presidentet Obama dança tango na Argentina

Eles foram convidados a arriscar passos com bailarinos em um jantar com o presidente Mauricio Macri.
"Ele me dizia que não sabia dançar e eu disse para ele me seguir. Ele disse 'ok' e começou a dançar. Aí eu comecei a segui-lo porque ele dança muito bem", disse a bailarina que dançou com Obama ao jornal argentino La Nación.

Planalto dá cargos de primeiro escalão para evitar afastamento do PMDB

A presidente Dilma Rousseff decidiu apostar nos cargos de primeiro e segundo escalões como oferta para atrair o apoio das alas partidárias que ainda resistem em aderir ao desembarque. Na quinta-feira, 24, ela intensificou o contato com os parlamentares e os líderes partidários e intensificou as negociações com aliados para ouvir suas demandas.
O principal foco das investidas palacianas é o PMDB, que detém a maior bancada nas duas Casas e tem ensaiado o desembarque do governo. O afastamento por parte dos peemedebistas é considerado como “tiro de misericórdia” no governo, uma vez que também deverá servir de fio condutor para outros partidos da base aliada tomarem o mesmo rumo.
A estratégia é atrair os ministros da legenda para próximo do governo com o objetivo de demonstrar que uma possível decisão pela debandada do PMDB até pode ser aprovada, mas não será unânime e também poderá vir a não ser cumprida pelos correligionários.
Na quinta-feira, ela deu os primeiros recados do plano. “Nós queremos muito que o PMDB permaneça no governo. Tenho certeza de que meus ministros têm compromisso com o governo. Vamos ver quais serão as decisões do PMDB e respeitaremos tal decisão”, afirmou a petista.
Pouco depois, os ministros do PMDB Marcelo Castro (Saúde) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) engrossaram o coro contra um possível desembarque, previsto para ser discutido na próxima terça-feira, em reunião do Diretório Nacional do PMDB. “Eu pergunto: e os mais de 1.000 cargos que o PMDB exerce no governo hoje? Como é que farão? Irão esvaziar também? Irão levar o debate político ao extremo de paralisar o País ou vamos agir com responsabilidade diante de um momento tão duro que o País passa?”, questionou Pansera.
No mesmo evento, o chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, disse: “Quando eu digo que não há desembarque, é porque hoje consideraria que o PMDB está rachado. Na minha opinião, não muda”, considerou.
À tarde, ela se reuniu com os sete ministros da legenda. Além de Castro e Pansera, estiveram Eduardo Braga (Minas e Energia), Kátia Abreu (Agricultura), Henrique Eduardo Alves (Turismo), Helder Barbalho (Portos) e Mauro Lopes (Aviação Civil). Ali, foi feita uma apresentação com os possíveis votos na reunião do partido marcada para o dia próximo dia 29, em que será votado o desembarque. Segundo fontes, ainda há uma margem de 8 a 10 votos a favor da manutenção da aliança. Os cálculos mostram que, dos 156 delegados com direito a voto, há pelo menos nove indecisos.
O PRB foi afetado por essa estratégia. Em uma negociação, Dilma retirou George Hilton do Ministério do Esporte. Ele havia deixado a sigla na semana passada após o partido optar pelo desembarque da base aliada. A pasta agora será comandada por Ricardo Leyser, integrante do PCdoB, mas ele está afinado com setores do PRB contrários ao desembarque. Ele é o responsável por cuidar dentro do governo da Olimpíada, e ocupava a secretaria executiva do Ministério do Esporte, mas foi transferido recentemente por Hilton para a Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento. O restante da pasta continuará sob o controle do PRB, que poderá ganhar mais postos na Esplanada, como compensação por recuar da decisão de romper com o governo. O partido se tornou independente, mas voltou a se alinhar informalmente.
Dilma também manteve um outro encontro, que não constou da agenda. Foi com o ex-ministro Ciro Gomes, agora no PDT. A presidente ainda se encontrou com o ministro das Comunicações, André Figueiredo (PDT), que disse ao Estado que “em hipótese alguma o PDT cogita votar a favor do processo de impeachment, contra o governo”. (Colaboraram Carla Araújo e Daniel Carvalho)

Bancos abrem hoje, mas estarão fechados na sexta-feira


Clientes podem agendar os pagamentos de contas ou pagá-las - aquelas que têm código de barras - nos caixas automáticos.
As agências bancárias de todo o Brasil estarão abertas, em horário normal, nesta quinta-feira (24), véspera da Sexta-feira da Paixão. No feriado religioso, permanecerão fechados.
As contas de água, luz, telefone e carnês com vencimento marcado para o dia 25 poderão ser pagas na próxima segunda-feira, sem incidência de multa. Alguns tributos estão com data ajustada ao calendário de feriados (federal, estaduais e municipais).
Na sexta-feira será possível utilizar os canais alternativos de atendimento para fazer  algumas operações bancárias, como caixas eletrônicos, internet bankingmobile banking e banco por telefone.
Para garantir o pagamento das contas, os clientes podem também agendar a operação nos bancos ou pagá-las (aquelas que têm código de barras) nos caixas automáticos, localizados em diversos pontos como shoppings e supermercados.